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| Frida |
Em queda,
e com medo.
as asas queimam,
relembrando os crimes cometidos.
Com as cinzas das cartas
que antes de ti, o corpo
ainda escrevia
Deixando o rastro
do oroboro destino falho
Que prenche o céu de
fragmentários meteoros
incandescentes
Que caem cadentes
Em seu continuo pulo
De vencer a gravidade
de uma vida consciente
de andar armada e engatilhada
que tenta esconder nos poros
Seus desejos prenhes.

a alma escatologicamente em martírio suicida? apesar disso gostar...
ResponderExcluirfaz parte da ansiedade do escritor...mas quem tem que gostar é Ulisses.
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